Manual de Cianotipia & Papel Salgado: Alternativa Fotográfica
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Para quem deseja aprender o processo histórico de CIANOTIPIA (1842, John Herschel, UK), não pode deixar de ler este livro! Um manual completo com fórmulas, passo a passo, história e muitas dicas, além de incluir um caderno em cor de cianotipias e de papel salgado do autor com belissímas reproduções. 


Sobre a obra:

Em diversas ocasiões, seja no blog Alternativa Fotográfica, ou em oficinas e palestras, algumas ideias para entender o que poderia ser definido como fotografia alternativa foram, aos poucos, dando forma a uma série de conclusões que, depois de reunidas, creio que poderão servir como guia para uma melhor compreensão do termo.

“Fotografia alternativa” funciona como um grande guarda-chuva que abriga, em primeiro lugar, todas as técnicas de impressão fotográfica desenvolvidas e pesquisadas durante o século XIX, e que fazem parte da evolução histórica da fotografia. Ampliando um pouco mais, serve também para alcançar outros processos experimentais desenvolvidos ao longo de todo o século XX, sejam tais processos puramente químicos, elétricos, ou que testam a união dessas duas vertentes.

O que tudo isso tem em comum para ser classificado como “alternativo”? A resposta é até bem simples, e pode ser dividida em duas partes. A primeira, apesar de muita gente torcer o nariz, é a efetiva aplicação comercial que irá definir o que é alternativo ou não. Melhor explicando: uma daguerreotipia produz uma imagem altamente detalhada, porém é um processo caro, trabalhoso e sem a possibilidade de reprodução de cópias. Por conta dessa característica, foi abandonada a partir do processo do papel salgado, com o qual, usando-se um negativo, várias cópias positivas podiam ser produzidas a custo reduzido. O passo seguinte foi o papel albuminado, cuja qualidade da imagem era bem superior, e que ainda permitia fazer quantas cópias positivas se desejasse a um custo também bem baixo. Apesar de ter dominado o mercado por quase cinquenta anos, o papel albuminado perdeu a primazia para o papel de gelatina de prata, que dominou o mercado praticamente por todo o último século, até ser substituído pelas tecnologias digitais. 

Ao longo dessa trajetória, outros processos surgiram, alguns mais bem sucedidos que outros, mas nenhum deles, no entanto, com as características necessárias de custo e de reprodutibilidade para se tornarem dominantes no mercado. A cianotipia, a goma dicromatada, o marrom Van Dyke, entre outros tantos, foram algumas das experiências e das tentativas que, ainda em seu tempo, ficaram relegadas ao campo experimental ou da mera curiosidade.

A segunda parte da resposta diz respeito ao objeto em si. A fotografia alternativa não é o ato de fotografar com uma máquina antiga, ou de retratar um tema não convencional. Uma fotografia alternativa é uma impressão. Um objeto físico criado a partir de um processo fotográfico, técnica ou comercialmente ultrapassado, pouco importando o tema abordado, ou a forma como o negativo tenha sido obtido. 

Assim, juntando essas duas partes, podemos ter uma boa ideia sobre o que está abrigado sob o guarda-chuva inicialmente mencionado, e o que não está, além de termos uma pista segura sobre o momento em que um processo deixa de ser a norma e passa a ser o alternativo.

Manual de Cianotipia & Papel Salgado: Alternativa Fotográfica

R$ 35,00Preço
  • Título

    Manual de Cianotipia e

    Papel Salgado - Alternativa Fotográfica

    ISBN 9788578232863
    Páginas 100
    Edição
    Tipo de capa Brochura
    Formato Livro
    Editora/Ano Ibis Libris / 2017
    Autor Fabio Giorgi
    Assunto Artes - Fotografia
    Idioma Português

     

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